Por Erasmo Steiner
Hoje é dia do advogado e deve ser para nós, advogados, um dia de reflexão acerca de nossa nobre profissão.
Carecemos hoje de respeitarmos nossos direitos. Sim, respeitarmos, nós mesmos.
É que muito reclamamos em nossos escritórios e entre nós mesmos acerca de terceiros (servidores públicos na maior parte das vezes) não respeitarem nossas prerrogativas.
Mas isto, na verdade, acontece por nossa culpa. Somos nós que permitimos ao não nos impormos, ao não levarmos ao conhecimento da OAB tais práticas, ao não cobrarmos da OAB e das instituições a que esses terceiros são ligados o cumprimento da lei, qual seja, o nosso estatuto.
Por outro lado, também temos os maus colegas. Aqueles que não estudam, que rifam seus honorários pelo menor preço, que não sabem consultar e para quem a advocacia não representa nada além do ganha pão.
Confesso que desde à época do meu primeiro grau, hoje, ensino fundamental, sempre pensei em ser advogado. Claro que não tinha ideia do que seria esta profissão.
Depois, na faculdade, enquanto meus colegas mais próximos almejavam concursos públicos, eu almejava a advocacia.
Tenho minha profissão como a mais nobre. De maneira alguma desmerecendo as demais profissões, mas sim, com aquele orgulho de quem ama o que faz.
Não sou rico, não tenho posses. Às vezes me frustro ao ver determinadas práticas que existem contra minha profissão.
Mas, com muito orgulho, quando me perguntam o que eu sou (pergunta tão complexa, é verdade), digo sem pestanejar: Sou advogado, OAB/SC n.º 20.278
É isso aí Erasmo, trabalhar naquilo que gostamos só faz com que sejamos bons profissionais, valorizando a ética e o profissionalismo. O reconhecimento financeiro é consequência de um trabalho bem feito, sem as “barganhas” que muitos cometem por puro desespero ou incompetência.
Parabéns pra vcs nobres advogados
obrigado pelas palavras, grande.